Are we really smart????
Nas mídias tradicionais, às vezes, não é possível colocarmos nosso ponto de vista sobre determinados acontecimentos ou analisar sobre outra perspectiva este ou aquele assunto. Neste espaço, além de informar, vou colocar um olhar mais crítico no que está acontecendo ao nosso redor e, também, saber o que os leitores tem a dizer. Por favor, utilizem este espaço para expressar suas opiniões, dar sugestões e críticas.
quarta-feira, 17 de agosto de 2016
sexta-feira, 8 de julho de 2016
Câmara quer investir R$ 300 milhões em repelentes
A Câmara dos Deputados aprovou medida provisória (716/16) que libera R$ 420 milhões para o combate ao Aedes Aegypti (zika vírus, dengue, chikungunya). O MP agora vai para votação do Senado.
Desse total, R$ 300 milhões são destinados à repelentes para as mães grávidas atendidas pelo Programa Bolsa Família. Concordo que elas têm de ser atendidas, mas esse valor está um pouco alto, não está? E será que os repelentes vão, realmente, chegar a elas? Posso estar me equivocando, mas como normalmente acontece, boa parte desses produtos não chegarão ao seu 'destino'.
Veja a notícia publicada no Portal da Câmara.
Desse total, R$ 300 milhões são destinados à repelentes para as mães grávidas atendidas pelo Programa Bolsa Família. Concordo que elas têm de ser atendidas, mas esse valor está um pouco alto, não está? E será que os repelentes vão, realmente, chegar a elas? Posso estar me equivocando, mas como normalmente acontece, boa parte desses produtos não chegarão ao seu 'destino'.
Veja a notícia publicada no Portal da Câmara.
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quinta-feira, 23 de junho de 2016
Os reais 'ângulos' do monitoramento por vídeo em Itu
No
mês passado os veículos da cidade divulgaram a ampliação do sistema de videomonitoramento
em Itu realizado pela prefeitura junto ao Ministério da Justiça. Em busca de
mais esclarecimentos, o Imprensa Aberta e o Ache Aqui Local entrevistaram o
Secretário Municipal de Segurança, Trânsito e Transporte, Coronel Marco Antônio
Augusto, a GCM e também ouviu comerciantes e populares.
O sistema de monitoramento
por câmeras teve início em janeiro de 2015, na gestão do atual prefeito Antônio
Luiz Carvalho Gomes, conhecido como Tuíze, a partir de um projeto apresentado à
Secretaria Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça. O projeto
inicial estabelecia adquirir sessenta e quatro câmeras divididas em três
modelos (LPR, Speed Dome, Fixas),
totalizando R$ 2,5 milhões, porém o Governo Federal avalizou somente dezesseis, R$ 582 mil. Em seguida, um processo de licitação foi aberto para as empresas
interessadas em fornecer os equipamentos necessários, onde conseguiu-se uma
redução de 32%, segundo o secretário Marco Antônio. O equivalente a R$ 396 mil.
Com a redução adquirida foi possível aditar oito novas câmeras no valor de R$ 99 mil - redução dos 25% pela Lei 8666. Na última licitação, fruto da sobra de orçamento de R$ 87 mil, mais oito aparelhos se juntaram aos 24. Totalizou
32. (582 - 396 = 186 - 99 = 87)
Cerca de R$ 120 mil
foram investidos no primeiro semestre de 2016 pelo Governo Municipal,
implantando outras oito câmeras de videomonitoramento, que somadas às
existentes chega a quarenta e uma (1 no interior da GCM). O ‘ponto de partida’ de instalação é a
região central da cidade e se espalha num raio de até 10km, segundo o
secretário. A localização de cada uma delas estará nos próximos parágrafos.
Marco Antônio
disse que até o momento foram investidos cerca de R$ 800 mil em equipamentos,
valor este proveniente de ambos os governos, municipal e federal, segmentados
em três fases/licitações: 1ª) R$ 396 mil; 2ª) R$ 99 mil; 3ª) R$ 87 mil. E no
próximo semestre, a intenção da Secretaria de Segurança Municipal é somar mais
19 aparelhos.
Não podemos negar
que o sistema de segurança por câmeras é eficaz, tanto que é utilizado há anos
em empresas de todos os portes, dentro e fora do país, e essa tecnologia se
aprimora com uma rapidez ímpar. Escolas, escritórios, drogarias, residências,
enfim, todos já aderiram ou vão aderir a esse tipo de vigilância. Veja esse exemplo.
Mas é válido fazer um alerta: não é só isso que vai trazer a tranquilidade nos
lugares ou para às pessoas. Um efetivo nas ruas é essencial.
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| Cel. Marco Antônio |
De nada adiantaria
ter equipamentos de qualidade sem uma precisa análise dos pontos de instalação.
O coronel Marco Antônio deixou bem claro esse ponto. “Um estudo em conjunto é
feito entre Guarda Civil Municipal, Polícia Militar e Polícia Civil. O Exército
Brasileiro é convidado por termos um quartel em Itu. Nessa reunião que chamamos
de análise crítica, são vistos pontos denominados ‘incidência criminal’,
principalmente de furto e roubo de pessoas e veículos, onde o sistema de
videomonitoramento mais atua. Dessa reunião a polícia civil e militar
apresentam os pontos críticos”, detalha. Ele acrescenta que de acordo com dados
da GCM, as ocorrências onde têm câmeras, diminuíram ´mais de 90%. Isso através
do feedback da população, que foi ‘acima
da média’.
O sistema de
medição desse retorno trabalha sob dois aspectos. O primeiro, e mais
importante, citado pelo secretario, é a sensação de segurança que a pessoa tem
quando está no sistema. Por exemplo, o cidadão está no ponto de ônibus que tem
monitoramento, ele se sente seguro. “A pessoa se sente segura, até porque o
índice de ocorrência ali é zero!”. O segundo é a otimização do recurso humano,
ou seja, ao invés de colocar dez patrulhas naquele local, um GCM controla 41
(quarenta e uma câmeras). “Você tem uma redução de recurso humano, podendo
colocar mais patrulhas onde não tem o sistema”, pontua.
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| Central de monitoramento da GCM |
O
outro lado
Nossa equipe ouviu o outro lado, a parte mais interessada, para sentir como está o clima, qual é a sensação. Acredito que você leitor já imagina as respostas. Falamos com comerciantes dos mais diversos segmentos do bairro Vila Nova e centro da cidade, além das pessoas que passavam pelas ruas.
Começamos pelos
comércios ao redor da empresa de segurança Protelt, que aliás foi a que venceu
as três licitações citadas há pouco. Logo de início o feedback foi negativo.
Uma mulher próximo dos quarenta anos, disse que mesmo com a vigilância
eletrônica o índice de furtos, roubos e assaltos continuam frequentes. Ela
lembrou que na última semana, o estabelecimento onde trabalha foi assaltado
duas vezes à mão armada, mesmo com videomonitoramento na esquina. “Não tem
segurança nenhuma. Fica muito escuro aqui, precisa de policiais!”, reforçou
algumas vezes. O ponto de ônibus próximo ao Rotary Clube, após às 17 horas, se
torna alvo de roubos, forçando as pessoas a arrumar outra maneira de voltar
para casa. Um outro funcionário citou ocorrências que ouviu e viu em outros
comércios na mesma avenida.
Mais à frente os
dizeres foram praticamente os mesmos. As câmeras, o sistema em si é muito
válido, mas não afasta, não inibe a atuação dos ladrões. A presença da GCM
(Guarda Civil Municipal) e policiais civis é que traz a real sensação de
segurança, afirmam as pessoas. O gerente de um salão de cabeleireiro disse que
já foi vítima de roubo e relacionou três casos, também mencionados pelos
primeiros entrevistados. A Caixa Econômica, o Bradesco, a Droga Raia e o
Boticário são alvos recorrentes dos bandidos e esses casos aconteceram no
máximo há um mês segundo eles.
Acredito que não
haveria razão para nossas fontes (não vamos citar nomes por precaução) inventar
ou mentir sobre os fatos. O monitoramento por câmeras funcionam muito bem, não
negamos, mas o efetivo rondando precisa continuar. Um cliente de uma loja
desabafou: “Há ações corretivas, não preventivas!”. Na rua que passa pela
empresa de segurança um empresário disse não ver tantas pessoas ‘suspeitas’ no
bairro. Só não confirma que seja devido às câmeras.
O Posto Rei dos
Reis, ainda na Vila Nova, foi assaltado à mão armada duas vezes há vinte dias
relatou um dos frentistas. Ambos aconteceram durante a madrugada e ele deixou
claro que o sistema não colaborou em nada, pelos menos não por enquanto. No
centro as opiniões foram mais neutras. Os trabalhadores com quem conversamos
afirmaram que a sensação de segurança não mudou, mas os furtos e roubos, apesar
de diminuírem, ainda acontecem.
Pelo o que pudemos
perceber, a Vila Nova e o Centro da cidade não sentiram diferença com o sistema
de monitoramento por vídeo. Mais uma vez, não por enquanto. As outras regiões
ainda não colhemos as opiniões de comerciantes e moradores, mas é possível
enxergar o cenário. Nossa equipe vai puxar o histórico de ocorrências com a
polícia e GCM para análise.
Você leitor pode
nos ajudar mandando informações através do blog, email e telefone.
Locais
das câmeras
· Praça Padre
Miguel (Largo da Matriz);
· Rua Floriano Peixoto esquina com Rua Sete de Setembro;
· Rua Floriano Peixoto esquina com Praça da Independência (Largo do Carmo);
· Rua Santa Rita, em frente à Igreja de Santa Rita;
· Praça da Bandeira em frente ao Mercado Municipal;
· Terminal Rodoviário;
· Praça dos Saltenses;
· Rotatória do supermercado Walmart (2 aparelhos);
· Rotatória do Plaza Shopping Itu;
· Praça Washington Luís (Estádio Municipal);
· Sede GCM (interna);
· Em frente à sede da GCM;
· Av. Tiradentes, em frente ao Edifício Nova Center;
· Av. Prudente de Moraes (próximo ao Bradesco);
· Rua Joaquim Borges esquina com Rua Dr. Silva Castro;
· Portal Sul da cidade (Itu Plaza Hotel) – saída para Jundiaí – conjunto de quatro câmeras com leitura de placas.
· Portal Norte da cidade (Tenda Atacado) – saída para Porto Feliz – conjunto de quatro câmeras com leitura de placas.
· Rua Floriano Peixoto esquina com Rua Sete de Setembro;
· Rua Floriano Peixoto esquina com Praça da Independência (Largo do Carmo);
· Rua Santa Rita, em frente à Igreja de Santa Rita;
· Praça da Bandeira em frente ao Mercado Municipal;
· Terminal Rodoviário;
· Praça dos Saltenses;
· Rotatória do supermercado Walmart (2 aparelhos);
· Rotatória do Plaza Shopping Itu;
· Praça Washington Luís (Estádio Municipal);
· Sede GCM (interna);
· Em frente à sede da GCM;
· Av. Tiradentes, em frente ao Edifício Nova Center;
· Av. Prudente de Moraes (próximo ao Bradesco);
· Rua Joaquim Borges esquina com Rua Dr. Silva Castro;
· Portal Sul da cidade (Itu Plaza Hotel) – saída para Jundiaí – conjunto de quatro câmeras com leitura de placas.
· Portal Norte da cidade (Tenda Atacado) – saída para Porto Feliz – conjunto de quatro câmeras com leitura de placas.
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| Rua Maestro Tristão Mariano da Costa |
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| Avenida Prudente de Moraes |
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| Rua Joaquim Bernardes Borges |
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| Floriano Peixoto / Sete de Setembro |
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| Rua Santa Rita |
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| Floriano Peixoto / Pça da Independência |
sexta-feira, 17 de junho de 2016
'Medalha de Ouro da Corrupção'
Governo de Temer declara guerra ao jornal New York Times
http://flip.it/vDC0S
segunda-feira, 2 de maio de 2016
Dilma fez pronunciamento do dia do trabalhador pelas redes sociais
Por mais um ano a presidente Dilma Rousseff não fez nenhum pronunciamento em cadeia nacional de rádio e TV para evitar os recorrentes 'panelaços' em suas exposições. Assim como em 2015, Dilma fez, somente, nas redes sociais e tentando atingir, acalmar e reconquistar seu público, algo muito improvável de acontecer.
A presidente deveria, ao invés de dizer que está tudo sob controle, 'dar a cara para bater', assumir as responsabilidades, deixar o orgulho de lado, mostrar que errou e dizer estar disposta a fazer mudanças, grandes mudanças
Veja os últimos pronunciamentos dela. E o pronunciamento deste ano.
Ah, e com o intuito de agradar seus aliados Dilma lançou o chamado 'pacote das bondades' com reajustes do IR e no Bolsa Família.
A presidente deveria, ao invés de dizer que está tudo sob controle, 'dar a cara para bater', assumir as responsabilidades, deixar o orgulho de lado, mostrar que errou e dizer estar disposta a fazer mudanças, grandes mudanças
Veja os últimos pronunciamentos dela. E o pronunciamento deste ano.
Ah, e com o intuito de agradar seus aliados Dilma lançou o chamado 'pacote das bondades' com reajustes do IR e no Bolsa Família.
quinta-feira, 28 de abril de 2016
Pipoca é pauta no STF
Não preciso discorrer muito sobre os problemas que o Brasil enfrenta desde 2014 e como nos encontramos hoje. Crise na política, na economia, protestos por todos os cantos do País, as greves não ficam de fora, aposentados e pensionistas sem receber, a saúde e educação continuam na calamidade, enfim. Esse cenário vocês, infelizmente, já conhecem.
Diante tantos desafios por parte do Governo Federal, Governos Estaduais, Municipais e seus respectivos órgãos, a atenção tem de ser total. Digo isso pelo fato da ação que entrou no Supremo Tribunal Federal (STF) na segunda-feira, 25, tratando da proibição ou não da entrada nos cinemas com pipocas, refrigerantes e afins comprados estabelecimentos externos, isto é, não ligados aos cinemas.
Me pergunto qual a relevância do fato, diante o que ocorre no país? É algo que fará diferença política ou economicamente? Acredito que essa é uma pauta a ser discutida mais tarde. Compreendo que haja grande interesse por parte dos envolvidos, mas o trâmite irá atrasar pautas de urgência como julgamentos, liminares, mandados de segurança, entre outros.
Veja a notícia aqui e deixe seu ponto de vista.
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| Foto: Divulgação |
segunda-feira, 21 de março de 2016
segunda-feira, 14 de março de 2016
População Deixa Seu Recado Em Dia Histórico No Brasil
O
Brasil passou por mais um momento histórico neste domingo, 13 de março de 2016.
O País foi às ruas com o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff, a prisão de Lula, a punição de todos os envolvidos e o fim da corrupção. O ato, na
mais famosa avenida da capital paulista, que estava programado para iniciar às
15h30, já dava suas caras mesmo antes das 13 horas.
Ao
caminhar pela Avenida Paulista se via centenas de policiais militares, tropa de
choque e cavalaria para segurança de todos manifestantes e para conter qualquer possível conflito. O que realmente espantou foi ver as ruas lotadas de famílias, pessoas
de todas as idades, crianças, adolescentes, adultos, idosos, deficientes visuais e em cadeira de roda, todos juntos pela
mesma causa e todos manifestando-se de forma pacífica, sem bagunça, sem
quebra-quebra, de forma respeitosa. Essa cena se repetiu por todo o Brasil. A
consciência de passividade tomou conta dos brasileiros.
Os
protestos aconteceram por todo o País, em todos os 26 estados e no Distrito
Federal, em mais de 200 municípios. Em São Paulo, na região da Avenida
Paulista, foram registrados 1,4 milhão de pessoas, segundo a Polícia Militar, o
DataFolha divulgou 500 mil e o movimento Vem Pra Rua contabilizou 2,5 milhões.
O número exato ninguém vai saber, mas pelas imagens e pela média dos números é
possível confirmar que é a maior manifestação já vista no Estado, inclusive se
comparado ao Diretas Já, de 1984, onde registrou-se 400 mil (DataFolha).
Desde
2013, a população tem dado mostras de que não está satisfeita com as ações (ou
falta) do atual governo e, nos anos subsequentes, tem deixado isso cada vez
mais claro. Os anos de 2014 e 2015 também foram marcados por sintomas de
insatisfação, seja pelos gastos exorbitantes com a Copa, seja com a
presidente em si.
O
despreparo do governo, como um todo, em lidar com as políticas públicas é
histórico, porém a população tem se inteirado dos assuntos que lhes interessam e
lhes afetam para não serem mais ludibriados ou roubados, por isso, o governo
tem sofrido muita pressão para cumprir seu papel direito. Prova disso é a atual
crise política que Dilma e sua laia passam.
Neste
13 de março os trabalhos da Polícia Federal (PF) e do juiz Sérgio Fernando Moro
foram exaltados, aplaudidos e caricaturados em faixas, bonecos e fantasias.
Afinal, eles, junto ao povo, estão fazendo história. A todo momento, em São
Paulo, podia-se ver cartazes em trios-elétricos parabenizando a PF e ouvir
palavras de ordem homenageando o juiz Moro. Ainda mais depois da descoberta de
irregularidades do triplex de Lula em Guarujá e a reforma do sítio em Atibaia
que teria sido feita pelas empreiteiras Odebrecht e OAS. O que levou o
ex-presidente a depor na 24ª fase da Lava Jato.
A
repercussão dos movimentos pelo Brasil e pelo mundo estão tomando proporções
ímpar e tendem a crescer ainda mais nos próximos meses, deixando a situação do
governo e cada político investigado mais tensa. Os brasileiros residentes nos
Estados Unidos, Europa e Ásia também deixaram seus recados se aglomerando e
mostrando que estão atentos.
| Ao microfone - Carla Zambelli - Aliança Nacional dos Movimentos Democráricos |
| Manifestante se emociona ao ouvir o hino |
| Momento histórico em família |
| Pixuleco e Dilma infláveis foram algumas das 'atrações' |
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016
O chocolate nem um pouco doce
A época mais doce do ano está se aproximando. Mas antes de se deliciar com as centenas de diferentes chocolates que tal conhecer um pouco do lado nada doce do chocolate?
Venha comigo e saiba o que acontece antes da caixa de bombom e dos ovos de páscoa chegarem na sua casa.
O LADO NEGRO DO CHOCOLATE
Depois de ler/ver deixe sua opinião aqui.
Venha comigo e saiba o que acontece antes da caixa de bombom e dos ovos de páscoa chegarem na sua casa.
O LADO NEGRO DO CHOCOLATE
Depois de ler/ver deixe sua opinião aqui.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2016
Fraude nas urnas eletrônicas - voto impresso
A
discussão sobre a possibilidade de fraude nas urnas eletrônicas voltou à pauta
em dezembro. Em razão disso a Rádio Senado produziu uma reportagem especial
com o título ‘Imprimir ou não imprimir, eis a questão’. Apesar de ser utilizada
desde a década de 90, a urna eletrônica sempre deixou insegurança e dúvida entre
parlamentares e especialistas em tecnologia da informação.
Em
setembro de 2015 o Congresso Nacional chegou a aprovar a obrigação da urna
imprimir o registro dos votos de cada eleitor. Porém a presidente Dilma vetou
argumentando que o gasto com papel atingiria os R$ 1,8 bilhões. Em novembro, o
Congresso derrubou o veto da presidente e aprovou o projeto. Com isso, a partir
de 2018, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) terá de utilizar o registro do
voto através da impressão.
Você
que acompanha o ‘Imprensa Aberta’ deve se lembrar da reportagem publicada no
dia 24 de julho de 2015 na qual tratei sobre o tema. Época em que o deputado Jair
Bolsonaro apresentou o texto.
Vamos torcer para que o registro dos votos através da impressão realmente vigore para, caso haja dúvida na contagem e uma auditoria seja requisitada, seja possível verificar os dados.
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| Exemplo de urna eletrônica com impressão de voto |
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